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MARC21
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Os formatos MARC21 são padrões amplamente usados para representação e exportação de dados bibliográficos, de autoridade, classificação informação de comunidade e dados de coleção, em formato legível por máquina. Eles se constituem numa família de 5 formatos coordenados: Formato MARC21 para Dados Bibliográficos; Formato MARC21 para Dados de Autoridade; Formato MARC21 para Dados de Coleção; Formato MARC21 para dados de Classificação e Formato MARC21 para Informação Comunitária.

As características do formato MARC são comuns a todos os formatos e são descritas a seguir. O registro MARC é composto de 3 elementos: estrutura do registro, indicação de conteúdo e conteúdo dos elementos que compõe o registro. A estrutura do registro, é uma implementação da American National Standard para o Intercâmbio de Informação Bibliográfica (ANSI/NISO Z39.2) e sua ISO equivalente ISO 2709. A indicação de conteúdo – os códigos e convenções estabelecidos explicitamente para identificar e caracterizar os dados dentro do registro e permitir sua manipulação – são definidos para cada um dos formatos MARC. O conteúdo dos elementos que compõem um registro MARC é geralmente definido por padrões externos aos formatos, tais como International Standard Bibliographic Description (ISBD), Anglo American Cataloguing Rules 2 (AACR2), Library of Congress Subject Headings (LCSH) ou outras convenções e códigos utilizados pela organização criadora do registro.

Um registro bibliográfico MARC21 consiste de três componentes principais: o Líder, o Diretório e os campos variáveis, que serão abordados mais adiante.

Fonte:
MARC21: formato condensado para dados bibliográficos. Marília: UNESP. Marília Publicações, 2002.

(continua...) Citação
 
Automação de bibliotecas e centros de documentação: o processo de avaliação e seleção de softwares
O formato MARC

Os estudos realizados pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos da América (LC) sobre a possibilidade de usar os recursos computacionais para automatizar parte de seus serviços internos deram início na década de 50. Na medida em que apresentavam resultados positivos, a direção da Biblioteca decidiu convocar um grupo de trabalho integrado por bibliotecários e analistas de sistemas para encontrar uma forma de converter os dados das fichas catalográficas, gerando o repertório bibliográfico. O sucesso das ações da LC extrapolou sua abrangência institucional, e o desenvolvimento de formatos bibliográficos nacionais gerou preocupação em vários países que começaram a discutir sobre a necessidade de dispor de um formato que permitisse a troca de informações enter instituições, dispensando a elaboração de programas de conversão de registros a cada vez que ocorresse intercâmbio entre essas instituições.

Começou desta forma, no início de 1966, um projeto-piloto para a LC estudar a possibilidade de fornecer às bibliotecas dados de catalogação legíveis por máquina. Este projeto-piloto denominou-se Marc - Machine-Readable for Cataloging - e teve como objetivo desenvolver procedimentos e programas de conversão, manutenção de arquivos e distribuição de dados compatíveis com o formato.

A LC, em 1966, concluiu o trabalho de formulação de procedimentos, rotinas e programas de computador denominado Marc I, o formato do projeto-piloto que incluía somente a descrição de livros. O sucesso deste formato e as negociações e acordos realizados durante sua implantação levaram as bibliotecas a pensar em um formato padrão de comunicações, adequado não só ao intercâmbio de dados bibliográficos na LC, mas também às demais, surgindo o Marc II com o propósito de desenhar a representação física de documento, em um meio legível por computadores, capaz de conter informação bibliográfica de todo tipo de material 10 . Realizou, ainda, um estudo de viabilidade para a elaboração de metodologias e formas de realização de Conversão Retrospectiva, projeto denominado de Recon (Retrospective Conversion), cujo resultado foi publicado em 1969.

Poucos sistemas de automação de bibliotecas utilizam o Marc puro, integral, embora muitos registros e sistemas sejam compatíveis com o mesmo. Os modernos softwares de automação de bibliotecas estão facilitando esta tarefa, deixando a cargo do sistema a transformação dos dados de catalogação para o formato Marc, obedecidas, evidentemente, as características mínimas de descrição bibliográfica. Diferentemente da ISO 2709 e do protocolo Z39.50, o formato Marc é ferramenta de domínio exclusivo do bibliotecário que o utiliza na atividade de descrição bibliográfica.
(continua...) Citação
 
Avaliação e seleção de softwares de centros de documentação e bibliotecas.
O pressuposto para automação de bibliotecas é a adoção de um formato padronizado de registros bibliográficos que permita o intercâmbio. Nos anos 60 foi definido nos EUA, um formato para descrição de qualquer material bibliográfico para computadores, seguindo as normas (ANSI Z39.50) e (ISO 2709) , que permite que um registro criado para uma máquina por um determinado software possa ser lido por qualquer outro software em qualquer tipo de máquina. Este formato denominado (MARC) foi um importante fator de desenvolvimento da informática de biblioteca, nos EUA e europa, ao impulsionar a catalogação cooperativa. Esta tarefa foi realizada por grupos de representante de entidades ligadas à área de bibliotecas de padronização é a Biblioteca do Congresso Americano. Citação
 
Informática para bibliotecas
MARC : (Machine-readable Cataloguing) , projeto de catalogação legível por computador. O formato de registro MARC foi desenvolvido pela Library of Congress e British Library para a comunicação de descrições bibliográficas em formato legível por computador, de tal modo que os registros pudessem ser reformatados para atender a qualquer objetivo imaginável. Os primeiros ensaios realizados, por volta de 1966, utilizam o formato MARC I... sendo substituído pelo MARC II ou MARC.O formato UNIMARC , um novo formato de intercâmbio internacional de registros MARC. UNIMARC obedece a ISO 2709, que , a norma de intercâmbio de dados bibliográficos em fita magnética.(historia do formato, pag. 289) O formato MARC contem 61 elementos de dados, 25 dos quais recuperáveis na busca. O formato MARC compreende duas seções: a seção 1, que contem informações descritivas dos dados bibliográficos; a seção 2, que contem os dados bibliográficos propriamente ditos. rótulo de reg. - diretório - campos de controle | campos de dados variáveis.

(ROWLEY, Jennifer. Informática para bibliotecas. Briquet, 1994. p.77) Citação
 
Formatos de intercâmbio de registros bibliográficos: conceitos básicos
No Brasil, a adaptação do (formato MARC) feita pela bibliotecária (Alice Príncipe Barbosa) , em 1972, deu origem ao (formato CALCO) ((Catalogação Legível por Computador) ) . Na mesma década de 70, a Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro constitui uma (rede de catalogação cooperativa) , denominada (Bibliodata/Calco) . Nesta área já existia o precedente do Serviço de Intercâmbio de Catalogação do (IBBD) (Instituto Brasileiro de Bibliográfica e Documentação, antecessor do IBICT) (...) Em 1981, constatando as diversas adaptações que as bibliotecas brasileiras vinham fazendo sobre o (CALCO) , o (IBICT) (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia) constitui um grupo de trabalho, denominado Escritório CALCO, para definir um padrão para o formato. Depois de seis anos de estudos, que contaram com a colaboração de especialistas internacionais, o IBICT editou em 1987 o (formato IBICT) (Formato de Intercâmbio Bibliográfico e Catalográfico) , para materiais monográficos e seriados. Estava lançada, assim, uma base fundamental para a automação das bibliotecas brasileiras: um formato de intercâmbio adaptado as condições locais.(BALBY, Claudia Negrão. Conversão retrospectiva. Seminário sobre Automação de Bibliotecas e Centros de Documentação, 5 : 1994. p.46) Citação
 
Formatos de intercâmbio de registros bibliográficos: conceitos básicos
Regras para a estruturação dos dados em meio legível por computador - tais normas são conjuntos de regras, externos ao (formato de intercâmbio) , que orientam a distribuição dos dados no meio físico de armazenamento (fita, disquete etc.) São exemplos: a norma ANSI (z39.50) , utilizada pelo formato (MARC) ; a norma (ISO 2709) , utilizada pelo (formato IBICT) . No Brasil, é comum considerar-se a norma ISO 2709 como sendo um formato de intercâmbio. Trata-se de uma visão errônea, pois tal norma constitui-se num conjunto de orientações sobre a estruturação da camada física do registro bibliográfico - orientações, aliás, que foram implementadas por formatos de intercâmbio diferentes entre si, tais como (CCF) (desenvolvido pela (Unesco) , Organizações das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) e pelo (formato IBICT) (desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia ((IBICT) ) como formato padrão em nosso país. Citação
 
Implementação do banco de dados Dédalos, do Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo
Machine-readable Cataloguing (MARC) é um formato bibliográfico internacional, compreendendo um conjunto de padrões para identificação, armazenamento e intercâmbio de dados de catalogação. Citação